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Segurança e Medicina do Trabalho Gerenciar pessoas é fascinante e difícil. Leis são criadas para tentar minimizar o atrito entre empresas, empregados e governo. Cabe às empresas e pessoas tentar melhorá-las, mas também respeitá-las.
Os relatórios de PPP, PPRA, PCMSO não devem ser meros papéis na gaveta ou na estante do escritório, mas sim, ferramentas na busca de qualidade de vida e produtividade.
O primeiro passo é realmente cumprir a legislação, mas podemos fazê-lo de forma integrada e coesa.
Essa integração deve diminuir o retrabalho desde o levantamento em campo até o relatório final.
Devemos antes de tudo repensar o processo atual. Por que o risco e ter que registrá-lo duas ou mais vezes? Como duas ou mais vezes?
A primeira em papel, durante o levantamento em campo, e a segunda na passagem desses dados para o PPRA/LTCAT/PCMSO/PPP e mais, se esses não forem integrados. Além de redobrado o serviço, a chance de erro na transferência faz com que muitas empresas façam isso mais de uma vez para checagem.
Outro exemplo é transformar os riscos que são levantados para o PPP. O PPP é um relatório individual. Os riscos no PPP de um funcionário devem ser personalizados. Para fazer isso a mão, ou em sistemas que não trabalham de forma coletiva, diminui em muito a produtividade, tendo o usuário que cruzar literalmente a mão os dados da folha de pagamento com o levantamento dos riscos ambientais.
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